DHPP: Frentista estava sendo investigado por morte de entregador na capital

Frentista estava sendo investigado por morte de entregador na capital

Facapi

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) já possui uma linha de investigação acerca da morte do frentista Guilherme Santos da Luz, de 20 anos, assassinado a tiros nesta quarta-feira (10), em um posto de combustível na zona Leste de Teresina. Preliminarmente, o caso está sendo visto com um possível acerto de contas.

Guilherme Santos da Luz já estava sendo investigado por um possível envolvimento na morte do entregador de delivery Rafael Costa Pereira Luz, de 22 anos, baleado na noite do dia 4 agosto deste ano, na porta de uma hamburgueria no bairro Mocambinho, na zona Norte de Teresina.

Frentista estava sendo investigado por morte de entregador na capital
Frentista estava sendo investigado por morte de entregador na capital. (Imagem: Reprodução)

Em um vídeo, a vítima chegou a falar antes de morrer o nome “Guilherme” e ainda dizia: “Foi o Guilherme e o Jubileu”. A Polícia Civil investigará a possível ligação do frentista no crime, o que teria provocado a suposta retaliação.

Entenda o caso: Frentista é assassinado enquanto trabalhava em posto na Avenida João XXIII em Teresina

No dia do crime, a vítima ainda chegou a ser socorrida com vida, mas morreu durante a madrugada do dia seguinte no Hospital de Urgência de Teresina (HUT). Conforme a Polícia Civil, Rafael foi baleado na região da barriga.

Frentista foi morto com pelo menos 5 tiros

De acordo com as primeiras informações colhidas pelo Meionorte.com, a Guilherme Santos estava trabalhando no local quando dois suspeitos em uma motocicleta se aproximaram dele e o alvejaram com pelo menos 5 disparos de arma de fogo, fugindo em destino ignorado na sequência. Câmeras se segurança flagraram o momento em que a dupla chega no posto.

Dois indivíduos chegaram aqui em uma moto já com o intuito de realizar esse homicídio contra esse frentista. Até onde sabemos, ele não tem passagens pela polícia e foram cerca de quatro a cinco disparos — explicou o Tenente Alcamyr, do 5° Batalhão.