PREFEITO MARCO AURÉLIO BONA por Celson Chaves




Marco Aurélio Bona nasceu a 08 de março de 1961. Filho de José Francisco Bona e Leda Maria de Sousa Bona. Casou-se pela primeira vez, em 31 de janeiro de 1983, com Cynara Lena Lustosa. Em segundas núpcias, com Rita de Cássia Andrade.

Estudou no Ginásio Santo Antônio; depois no Colégio Diocesano em Teresina e no Colégio Cearense. Ingressou no curso de Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mas desistiu. Bacharel em Direito e Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), Especialista em Direito Público pelo Centro de Ensino Unificado de Teresina (Faculdade Estácio). Advogado e coordenador de Cursos de Pós-graduação. Professor de Direito e Ciência Política. Foi assessor jurídico na Companhia de Desenvolvimento do Piauí (COMDEPI) e Presidente da Empresa Piauiense de Turismo (PIEMTUR). Antes de disputar a prefeitura de Campo Maior, candidata-se a deputado estadual pelo PDS em 1990, porém não obtém êxito. Atualmente é Secretário Municipal de Meio Ambiente.

Prefeito Marco Aurélio Bona

Apesar de muitas dificuldades administrativas, o prefeito Bona Carbureto consegue eleger em 1992 o primo, advogado Marco Aurélio Bona numa ampla coligação partidária liderada pelo PDT (PMDB, PSDB, PDC, PL, PMN).

Uma das primeiras medidas de Marco Bona ao assumir a prefeitura foi enxugar a folha de pagamento e reorganizar o funcionamento da máquina pública. Foram medidas ousadas e impopulares, pois mexeu com interesses e benefícios de muita gente. Em nome da estabilidade econômica e administrativa, vereadores da oposição acabaram apoiando as ações impopulares do prefeito, ao ofereceu-lhe uma “trégua” até que as medidas surtissem efeito.

Ao contrário de Bona Carbureto, Marco era do diálogo e manteve uma boa relação com o poder legislativo. As ações tinham efeito social muito amargo. De início, ocasionou desemprego considerado. Parlamentares da situação defendiam a medida, ao argumentar:

Ao contrário do que dizem os comentários, o senhor prefeito não demitiu 2.000 funcionários e sim 900 funcionários, porque das 2.000 demissões 1.100 eram de funcionários fictícios. Disse ainda que das 900 demissões 800 pessoas já voltaram a trabalhar através das frentes de serviços. (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 15 de fevereiro de 1993)

A Câmara Municipal foi importante em todo o processo de ajuste nas contas e na organização administrativa. Cezar Melo e principalmente Carbureto tinham anulado atuação dos vereadores, ignorando atribuição do Poder Legislativo na Administração Pública. Marco Bona deu atenção especial a Câmara. Garantiu o retorno da sede da Casa do Povo para seu antigo endereço (Praça Bona Primo) depois de reformar e ampliar o prédio. Foi uma legislatura produtiva e equilibrada, com posturas parlamentares mais sensatas e propositivas.

O eixo da discussão política foi deslocado do executivo para imprensa que incomodava os vereadores pela forma como expõe as críticas. A Rádio Heróis do Jenipapo, Gazeta Campo-Maiorense e o Jornal Folha do Norte foram os veículos mais mencionados e criticados nos discursos parlamentares. O vereador Edvaldo da Silva Lima reclamou no plenário contra o chefe-redator Helder Eugênio, o parlamentar: “disse ainda que as calúnias do jornalista Helder Eugênio dirigida a sua pessoa terão que serem provadas na justiça” (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 14 de abril de 1993). Os edis, principalmente os ligados ao prefeito Marco Bona, viviam em atrito com o jornalista Helder Eugênio, diretor do Jornal Folha do Norte e ligado ao deputado Cézar Melo: “o vereador Luís César Aragão Pires Ferreira repudiou a atitude do Diretor do Complexo Norte de Comunicação e aos dirigentes do PFL local contra sua pessoa” (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal, 11 de maio de 1993).

As expectativas em relação ao governo Marco Bona eram grandes. A prefeitura passava por uma crise fiscal, ocasionada pelos gastos descontrolados e/ou empréstimos excessivos de gestões anteriores. Tal situação financeira comprometia drasticamente investimentos e provocava o aumento do endividamento das contas públicas. Era necessário fazer ajustes para conter a sangria e assim o fez. O clima de instabilidade era geral. O Brasil estava mergulhado num caos econômico e político com as manifestações de ruas dos jovens com as caras-pintadas nas cores da bandeira nacional, pedindo o impeachment do presidente Collor por causa de escândalos e descobertas de esquema de corrupção.

Assim como Bona Carbureto, Marco também priorizou o setor social, porém sem apelo populista. Realizou uma política institucional. Foram implantadas e reformadas lavanderias nos bairros pobres e postos telefônicos nos principais povoados. A qualidade das obras realizadas foi à marca do governo Marco Bona. O principal nome da oposição ao governo era o deputado Cézar Melo:

O vereador Luís César Aragão Pires Ferreira criticou os dirigentes do PFL, principalmente o deputado Cézar Melo, que colocou o seu carro de som a disposição de alguns elementos para denegrir à administração de um prefeito sério e honesto que vem trabalhando para o desenvolvimento de Campo Maior. Convidou o deputado Cézar Melo, para vir pessoalmente debater os problemas de Campo Maior. Disse que entrou com um processo de pedido de resposta contra a rádio FM que, em seu programa de notícia tentou denegrir sua imagem, criticou o diretor da Rádio (Ata da Sessão Ordinária de Campo Maior, 11 de maio de 1993).

Outra questão não resolvida no governo Carbureto que Marco Bona conseguiu amenizar foi à questão salarial do funcionalismo. O pagamento dos servidores continuava baixo por conta da crise econômica do Brasil. Porém, o prefeito conseguiu manter os proventos e à medida que a prefeitura foi ganhando fôlego financeiro começou paulatinamente a repor as perdas salariais do funcionalismo, com aumentos progressivos. Para os vereadores de oposição eram ganhos irrisórios. Mesmo com todos os esforços, Marco não conseguiu manter os pagamentos em dias até o final do mandato.  O prefeito focou mais em obras que na “política salarial”.

Para melhorar a articulação trabalhista entre os servidores foi criado em 18 de abril de 1993, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campo Maior (SINDSERM) em substituição a antiga Associação dos Professores Municipais de Campo Maior (APROMUCAM). As primeiras conquistas não demoraram acontecer. Em 1993, foi aprovado o Plano de Cargos e Salários dos Servidores.

Foram muitas as realizações do governo Marco Bona, ressalta-se aqui algumas obras: calçamento nas ruas dos bairros de Lourdes, São João, Fátima, Paulo VI, Água Azul e São Luís. Pavimentação dos povoados Nazaré e Cocal de Telha. Construção de praças no Centro, conjunto Agenor Melo, Paulo VI e Fátima. Ampliação e interligação da rede de abastecimento do SAAE. Construção da nova sede da Câmara Municipal, em parceria com o governo do Estado. Reformas de escolas, posto de saúdes. Recuperação de estradas carroçais, principalmente nos principais povoados (Boqueirão, Nazaré, Jatobá). Recuperação de postos telefônicos e instalação de retransmissores de TV nos povoados Cocal de Telha, Boqueirão e Jatobá. Construção do cemitério do bairro cidade nova. Reconstruiu o Teatro Sigefredo Pacheco. Reativou a Biblioteca Municipal Marion Saraiva. Renovou os instrumentos da Banda Honório Bona.  Construção do prédio e instalação do 2º Distrito Policial no bairro Cariri. Construção do Mercado Peixe. Recuperação e reconstrução de casas de desabrigados pelo inverno de 1995.

O MEDO DE NOVOS SURTOS EPIDÊMICOS

O medo de um novo surto de cólera deixou de sobreaviso as autoridades. Campo Maior enfrentava períodos epidêmicos de cólera por conta do aumento da pobreza, consequentemente da fome e da falta de saneamento básico.

O vereador Roberto Pessoa Júnior parabenizou o vereador Antenor Soares pela sua preocupação com a epidemia de cólera, e fez requerimento para que seja encaminhado ofício ao sr. Prefeito e sr. Secretário de Saúde para que seja feito uma campanha de esclarecimento à população sobre o vibrião da cólera (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 04 de março de 1993).

O vereador Antônio Antenor Lima Soares “alertou mais uma vez sobre o problema da cólera. Pediu ao presidente que forme uma comissão de vereadores para visitar o secretário municipal de saúde, o diretor regional de saúde e o prefeito Marco Bona” (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 04 de março de 1993). As crianças continuavam sendo as maiores vítimas da peste, por conta disso o poder público deu atenção especial a essa faixa etária da população: “O vereador Walclides Oliveira Melo […] pediu que seja encaminhada o ofício a secretaria municipal de educação para que esta instrua  as professoras do município para orientar os alunos sobre o vibrião colérico. Sugeriu também ao secretário de saúde para que seja distribuído uma cartilha explicativa. (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 04 de março de 1993).

Mesmo com os sobreavisos e alertas, “o problema da cólera” retornou no início de 1994. O vereador Roberto Pessoa Júnior solicitou das autoridades sanitárias do município e do Estado à contenção do novo surto. O parlamentar batia forte nessa questão. Ele se preocupava “com o surto de cólera no nosso município, criticou o prefeito municipal, pois no ano passado fez um pronunciamento, mas o senhor prefeito nada fez para prevenir a cólera no nosso município” (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 03 de março de 1994).

ÉTICA NA VIDA PÚBLICA

Os efeitos negativos da gestão do ex-prefeito Carbureto continuavam refletindo no mandato de Marco Bona não apenas do ponto de vista administrativo, mas, sobretudo político. Pelos quatro anos de maus-tratos e desprezo, a Câmara restabelecida em suas finalidades constitucionais vinga-se de Carbureto, buscando viabilizar uma Comissão Parlamentar Inquérito –CPI- para investigar as contas do ex-prefeito. 1993 foi o ano de “cassa as bruxas”. Vereadores queriam investigar até as contas de órgão do Governo do Estado sediado na cidade, caso do Hospital Regional de Campo Maior. Era um período propício. Os supostos casos de corrupção envolvendo o governo do Presidente Collor, como a descoberta do famoso “Esquema PC” provocou manifestações públicas no país pela moralização na política, inclusive em Campo Maior. O Brasil passado a limpo. A luta pela ética era a pauta da imprensa nacional.

Aproveitando o momento, vereadores pressionavam pela aprovação de CPI para apurar “possíveis irregularidades administrativas e financeiras do ex-prefeito Raimundo Nonato Bona, no período de janeiro de 1989 a janeiro de 1993” (Ata da Sessão Ordinário da Câmara Municipal de Campo Maior, 04 de março de 1993). Houve resistências no início, principalmente dos parlamentares governistas.

Falou o vereador Francisco Camêlo Filho que se precisa realmente é de moralidade, a exemplo do envolvimento do ex-prefeito de Campo Maior no escândalo das notas frias, portanto tudo se faz necessário e sejam investigados e punidos os culpados, para que se possa de fato [fazer] justiça com o dinheiro público. (Ata da Sessão Ordinário da Câmara Municipal de Campo Maior, 16 de junho de 1993).

Falou o vereador Luís Carlos Martins Alves […] também do requerimento de algumas entidades de classe que pedem uma CPI para o ex-prefeito Raimundo Bona, dizendo que o assunto foi bastante discutido e que segundo algumas conclusões o mesmo não tem provas concretas que justifique a criação de uma CPI, com relação às notas frias é necessário que o Tribunal de Contas encaminhe tais documentos para que a câmara possa agir. (Ata da Sessão Ordinário da Câmara Municipal de Campo Maior, 16 de junho de 1993).

Falou o vereador Luiz Cézar Pires Aragão Pires Ferreira […] que seja colocado em votação o mais breve possível, as contas do ex-prefeito municipal (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 05 de outubro de 1993).

No processo de julgamento das contas do ex-prefeito Raimundo Nonato Bona, os vereadores votaram contrário ao parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE), ou seja, “pela rejeição da prestação de conta da prefeitura de Campo Maior do exercício de 1991” (Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 14 de outubro de 1993). Bona Carbureto sofreu outra investigação em virtude de irregularidade, desta vez, portentar de maneira ilegal transferir o maquinário pertencente a este município para o novo município de Sigefredo Pacheco(Ata da Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 01 de julho de 1993).  

O governo de Marco Bona também não escapou da mira dos vereadores, principalmente de oposição. Francisco Camêlo Filho denunciou suposta “existência de marajás” na prefeitura. Os vereadores de oposição acusavam Marco Bona de praticar “vícios administrativos” e politicagens do tempo da gestão do Carbureto com parlamentares recebendo “pagamentos extras” (uma “tal de jurubeba”). Os vereadores, assim como funcionalismo continuavam a receber baixos salários. O prefeito foi denunciado ainda por cobrir despesas públicas “com notas frias”.

PROCESSO DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DE NOVOS MUNICÍPIOS

Durante o governo Marco Bona acelerou-se o processo de emancipação política dos principais povoados de Campo Maior: Boqueirão, Nazaré, Jatobá e Cocal de Telha. Alguns vereadores almejando cargo de prefeito puxaram a discursão na Câmara sobre os processos de emancipação dos seus principais redutos eleitorais. Na verdade, o debate era antigo. Remontam por volta da década de 1960. Contudo, por falta de interesse das principais lideranças da região dos Carnaubais, o plano de emancipação desses povoados demorou a se concretizar. Os contrários argumentavam a falta de estrutura urbana mínima e os possíveis prejuízos que traria para ambas as partes.

Na década de 1990, com o melhoramento e a expansão da infraestrutura dos povoados, como abertura e manutenção de estradas, iluminação pública, abastecimento de água, implantação de escolas, postos de saúde e telefônico, construção de praças e igrejas reanimaram as discussões em prol da emancipação política dos povoados Boqueirão, Nazaré, Jatobá e Cocal de Telha. No segundo ano do mandato de Marco Bona, foram emancipados Nazaré e Boqueirão; no ano seguinte, foi à vez, de Cocal de Telha e Jatobá, encerrando assim, o último desmembramento territorial ocorrido do município de Campo Maior.

Marco Bona não fez objeção ao processo de emancipação dos povoados, enquanto alguns vereadores e lideranças acusavam o deputado Cézar Melo de querer melar o processo. Alguns chegaram a sugerir que a Rádio Heróis do Jenipapo, ligada ao deputado Cézar, usava de sua audiência para trabalhar o “voto contrário”.

FINALIZANDO…

Marco Bona não conseguiu concretizar as principais propostas de governos como: o combate ao desemprego e a fome que causava doenças, principalmente em crianças. O padrão da gestão foi à realização de muitas obras, sobretudo de pequeno e médio porte. Foram poucos os bairros e comunidades da zona rural que não receberam obras estruturantes. Destaque para calçamentos de ruas e praças em vários bairros, estradas e poços artesianos nos principais povoados e localidades rurais.

O grande objetivo da minha administração será com a revitalização da economia do município, como de sua industrialização e aumento da produção na agroindústria para combater o desemprego e a fome. Também estarei empenhado na modernização da máquina administrativa para facilitar e melhorar os serviços prestados aos munícipes, e a segurança terá tratamento especial para a tranquilidade do campo-maiorense (Primeira Página, 11/07 a 17/07 de 1992).

No campo cultural, podemos destacar avanços e retrocessos. A criação da bandeira e brasão, com o Hino (aprovado na gestão de Cézar Melo) completou o conjunto dos símbolos cívicos do município. Na execução de obras públicas, como a criação do espaço cultural da Praça Bona Primo, houve demolição de prédios antigos do centro histórico sem consulta a órgãos importantes como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O irônico dessa questão, que foi aprovado em seu governo, o “projeto de lei nº04/93 que dispõe sobre a proteção do Patrimônio Cultural do município considerando de grande importância para nossa cidade” (Ata da sessão ordinária da Câmara Municipal de Campo Maior, 11 de março de 1993).

A seca continuava a castigar Campo Maior em 1993, mas assistência desta vez foi mais eficaz e institucional. Em 1995, foi à vez das cheias ocasionada pelo rigoroso inverno, deixando varias famílias desabrigadas.  Em relação aos universitários, manteve na medida do possível, boa relação com a classe estudantil. A diretoria da AUCAM tinha mais dialogo com o legislativo que o executivo.  A Câmara chegou abrir o plenário da casa para que o(s) presidente(s) da entidade fizesse suas queixas.

Marco Bona ampliou a frota de ônibus escolares para Teresina de dois para quatro veículos. Mesmo assim insuficiente. Deu melhor assistência e certa independência a AUCAM na entrega dos passes. Contudo, a grande pautal estudantil, como sempre, foi à questão do transporte universitário.

O prefeito colocou poucos parentes na prefeitura. Conquistou o respeito dos adversários pela forma como os tratava.

Ele cumpriu 70% do programa de governo apresentado durante a campanha. Marco Bona relaxou nos dois últimos anos de mandato, mesmo assim fez boa gestão. No geral, foi mais técnico que político. Até os seus adversários reconhecem a sua contribuição para a cidade, ao publicar no jornal Impacto, artigo sobre as “Realizações dos 6 primeiros meses da gestão ‘Campo Maior Melhor`- prefeito Marco Bona”. É certo que Marco deixou pendências e nisso os adversários fizeram questão de lembrar como  atrasos salariais. Uns falam em oito meses, outros em apenas quatro meses, eram resquícios das irregularidades deixadas por Carbureto.

FONTE CONSULTADA

CANTUÁRIO, Joaquim Luiz. Trajetória dos Movimentos Sociais de Campo Maior: avanços e retrocesso. Campo Maior-PI, edição do autor, 2015.

CHAVES, Celson. História Política de Campo Maior. Campo Maior-PI, edição do autor: 2013.

CHAVES, Celson. História da Educação Campo-Maiorense: políticas educacionais da Prefeitura de Campo Maior (1945-1975). Campo Maior, edição do autor. 2012.

LIMA, Reginaldo Gonçalves. Geração Campo Maior: anotações para uma enciclopédia. Campo Maior-PI, edição do autor, 1995.

Gazeta Campo-Maiorense. Campo Maior, de 18 a 31 de março de 1995. Ano I, nº01.

Gazeta Campo-Maiorense. Campo Maior, de 12 a 23 de abril de 1995. Ano I, nº02.

Gazeta Campo-Maiorense. Campo Maior, janeiro de 1997. Ano III, nº10.

Voz Acadêmica. Jornal da AUCAM. Campo Maior, abril/maio de 2007. Ano I, nº02. Direito de reposta do ex-prefeito Marco Bona.

O Dia. Teresina, 29 de setembro de 1994. Ano I, nº07. Campo Maior.

O Dia. Teresina, 1º quinzena de março de 1995. Ano II, nº13. Campo Maior.

Impacto. Campo Maior, 11 a 24 de janeiro de 2004. Ano I, nº07. Quem é filho de ‘papaizinho é o senhor Marco Bona.

Impacto. Campo Maior, 10 a 25 de janeiro de 2005. Ano III, nº19. Realizações dos 6 meses da gestão ‘Campo Maior Melhor’ – prefeito Marco Bona.

 

 

 

 


 

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