Joãozinho Félix pede clemência e cobra do Estado investimentos no Hospital de Campo Maior

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Diante de um cenário crítico pelo qual vem passando a cidade de Campo Maior, com o aumento do número de casos de Covid-19, o prefeito Joãozinho Félix (MDB) gravou vídeos solicitando uma maior colaboração por parte do Governo do Estado para combater o avanço do coronavírus no município.

O gestor pediu do governador Wellington Dias (PT) ações mais eficazes e concretas, principalmente no que diz respeito à infraestrutura do Hospital Regional de Campo Maior (HRCM). A unidade de saúde, cuja gestão é de responsabilidade do Estado, encontra-se numa situação delicada operando no limite da capacidade sem poder dar a devida assistência para as demandas que recebe.

O Hospital Regional de Campo Maior atende cerca de 22 municípios da Região dos Carnaubais e não dispõe de nenhum leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para o tratamento de pacientes com quadro clínico mais graves. Esse foi um dos pontos cobrados pelo prefeito Joãozinho Félix.

“Eu gostaria de pedir das autoridades de Saúde do Estado e do próprio governador uma maior sensibilidade em relação ao município de Campo Maior. Não adianta criar uma ilusão fazendo as pessoas acreditarem que está tudo bem, porque a situação é muito mais grave do que se possa imaginar”, disse.

Ainda segundo o prefeito, é urgente que o Governo busque soluções para o problema e assim evitar um colapso ainda maior: “Estive numa reunião com prefeitos de municípios da Região dos Carnaubais e na ocasião eles relataram as dificuldades que encontram quando precisam encaminhar pacientes para Campo Maior. É uma população estimada em torno de 170 mil habitantes que depende exclusivamente do hospital, por isso, fica o nosso apelo para que haja investimentos no sentido de ampliar os serviços e os atendimentos”, destacou.

O prefeito Joãozinho Félix também propôs uma parceria entre o município de Campo Maior e o Governo do Estado para a abertura da Maternidade Sigefredo Pacheco: “Já conversei com diretores da instituição e eles já se colocaram a disposição. São 27 leitos para o atendimento da população, através de um convênio firmado entre o município e o Estado. A nossa parte já está ok. Nós vamos pagar em torno de R$ 120 mil por mês para que essa estrutura volte a funcionar, mas precisamos que o estado faça a sua parte”, propôs.

“Já tem dois meses que a Diretoria da Maternidade tenta firmar esse convênio com o secretário de Saúde do Estado e com o governador, e até agora não houve nenhuma resposta. Não se pode brincar com a saúde da população num momento tão crítico onde as pessoas estão morrendo todos os dias por causa da negligência e da falta de sensibilidade do poder público”, finalizou



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