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Marinha expulsa cabo suspeito de colocar fogo em igreja no Chile durante manifestação

Marinha expulsa cabo suspeito de colocar fogo em igreja no Chile durante manifestação

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 As Forças Armadas do país expulsaram um cabo que foi preso entre manifestantes que queimaram uma igreja em Santiago no último domingo, 18. O dia marcou o aniversário de um ano do início das revoltas populares no país.

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 A princípio, a igreja San Francisco de Borja foi saqueada por pessoas encapuzadas, que colocaram fogo no edifícil. Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio em poucos minutos. Mais tarde, a igreja voltou a ser queimada e cinco  pessoas foram detidas, um deles era membro das Forças Armadas.

Marinha expulsa cabo suspeito de colocar fogo em igreja no Chile durante manifestação
Marinha expulsa cabo suspeito de colocar fogo em igreja no Chile durante manifestação. (Imagem: AP Photo/Esteban Felix)

 Em nota na última segunda-feira, 19, as Forças Armadas afirmou que o cabo Ernesto Osorio Loyola, de 21 anos, servia na Base Aeronaval de Concón e estava de folga no dia da manifestação. Nesta terça-feira, 20, a instituição tomou a decisão de expulsá-lo.

 O porta-voz do governo, Jaime Belloio, e o ministro do Interior, Víctor Pérez, criticaram o ocorrido e afirmaram que há “mais de uma versão” do fato.

 Para Belloio, falta fazer toda a investigação, “mas, o que sei é que o cabo foi preso perto das 16h, 16h30, antes do início do incêndio, em uma barricada que está por fora. No entanto, outras pessoas têm outras versões”.

 Ainda assim, o porta-voz reprovou a atitude do agora ex-cabo da Marinha de participar de atos que chamou que tinham “vandalismo”.

 Segundo informações do portal chileno En Cancha, o cabo da marinha foi julgado e terá de ir duas vezes ao mês às autoridades para prestar contas. Ele foi acusado de desordem pública e foi enquadrado na lei antibarricadas e também por colocar em perigo a saúde pública.

 Após o episódio, foi levantada a hipótese de se tratar de um infiltrado na manifestação, com o objetivo de torna-la violenta. Em entrevista para a rádio ADN, o ministro da Defesa, Mario Desbordes, descartou a possibilidade.

É um mecânico de aviação de Concón que estava no dia de folga, não é um infiltrado, não se infiltrou ninguém de ações de inteligência – garantiu o ministro.

Fonte: Yahoo



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