Presidente dos Estados Unidos analisa possibilidade de enviar vacinas ao Brasil

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O governo dos Estados Unidos está discutindo internamente a possibilidade de repassar a outros países, incluindo o Brasil, milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. A informação foi publicada na quinta-feira (11) pelo jornal norte-americano The New York Times.

Segundo a reportagem, 30 milhões de doses do imunizante ficaram paradas em fábricas dos EUA, uma vez que os estudos da fase 3, uma exigência da FDA (Agência de Medicamentos e Remédios) ainda não foram concluídos.

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No Brasil, o uso emergencial dessa vacina foi autorizado em 17 de janeiro e o registro definitivo do medicamento na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi aprovado nesta sexta-feira (12).

“Entendemos que outros governos podem ter entrado em contato com o governo dos EUA sobre a doação de doses da AstraZeneca e pedimos ao governo dos EUA que considerasse cuidadosamente essas solicitações”, afirmou um porta-voz da Astrazeneca, Gonzalo Viña, ao The New York Times.

Além do Brasil, que enferenta um aumento de casos de covid-19 e uma escassez de doses da vacinas, os 27 países da União Europeia, entre outras dezenas de países pelo mundo podem receber lotes do imunizante da AstraZeneca.

A hesitação do governo dos EUA em repassar as vacianas está, pelo menos em parte, relacionada às incertezas com o fornecimento de doses suficientes para imunizar todos os adultos a partir de maio, conforme disse Joe Bieden em seu pronunciamento na quinta-feira (11). A AstraZeneca garante, no entanto, que caso as doses sejam repassadas, não haverá prejuízo aos norte-americanos.

FONTE: R7



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