Presidente da Câmara de Altos expulsa moradores de sessão

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A Presidente da Câmara Municipal de Altos, a senhora Regina Catarina, tem comumente proibido a entrada de populares no recinto da câmara sob pretexto de evitar aglomerações por conta da pandemia do coronavírus. Há duas sessões, moradores do bairro São Sebastião tentam obter acesso de pelo menos um representante para discutir situação de regularização fundiária.

Regina tem demonstrado cada dia que a Câmara sob sua presidência tem se tornado um território particular, onde tudo é permitido para atender aos seus interesses e de quem a elegeu presidente, atentando contra o Regimento Interno da casa. Na sessão de hoje, 14 de maio, arquivou CPI para investigar gastos da ex-prefeita Patrícia Leal com o combate à COVID. O Portal da Transparência comprova que cerca de R$ 9 milhões vieram para Altos, porém, não houve ações para justificar o gasto de tanto dinheiro de abril a dezembro do ano passado.

Não é a primeira vez que a senhora Regina Catarina utiliza do poder para afastar as pessoas da Casa do Povo. Ela também já investiu contra representantes da imprensa local colocando diante da porta de entrada da Câmara seguranças truculentos e mal-encarados para confrontar e impedir o moderado acesso para apenas deixar entrar quem lhe convém, como é o caso do seu esposo Chiquinho Catarino, ex-vereador do município, enquanto representantes da população altoense são humilhados escaldando no sol fora da sala refrigerada da Câmara, onde os vereadores são bem acomodados e servidos às custas do próprio povo.

Em poucos meses, parece que o poder subiu para a cabeça da vereadora-presidente. É constante a disseminação entre os seus apaniguados de que será candidata a prefeita de Altos no próximo pleito, daqui a quatro anos.

A depender da sua presença apagada e pouco interesse pelo diálogo, a vereadora-presidente Regina Catarina se coloca nas últimas opções pelo pouco respeito à população e também pela falta de transparência com que tem conduzido a câmara, como tem deixado sem explicar o processo da empresa que venceu licitação para transmitir virtualmente as sessões, a TV Câmara Altos-PI, e outras licitações de compras que os preços também não se justificam.



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