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Paróquia de Pedro II se recusa a realizar missa de 7º dia à maçom

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Na cidade de São José do Divino, localizada a 200km de Teresina, uma polêmica envolveu a Maçonaria e a Igreja Católica nas últimas semanas. Nesta quinta-feira (20) completou-se 7 dias da morte de Francisco Arnaldo L. da Silva, de 53 anos de idade, um empresário da cidade, vítima do novo Coronavírus.

A família de Arnaldo relatou que um padre da Paróquia do local se recusou a realizar a missa de 7º dia pelo fato do mesmo ser membro da Maçonaria.

Em sua rede social, a cunhada de Arnaldo, de nome Fazinha Medeiros, contou por meio de vídeo que a resistência por parte do padre à Arnaldo, e consequentemente a Maçonaria, já teria acontecido com ele ainda em vida, quando em uma missa Arnaldo se dirigiu ao altar para comungar e o padre o retirou da fila.

Sobre a Celebração do 7 ° dia do nosso querido Naldo.

Posted by Fazinha Medeiros on Wednesday, August 19, 2020

Fazinha, em seu relato contou que a família ficou profundamente estarrecida com a ocasião.

Posicionamento da Igreja Católica

Por meio de nota divulgada também através de rede social, a Paróquia de São José Operário Pedro II consentiu com o pensamento e a decisão do padre, afirmando que o mesmo estaria seguindo a risca as diretrizes que a igreja católica tem.

Na nota, a paróquia informou que a Igreja Católica Apostólica romana condena de forma veemente a Maçonaria, não podendo um indivíduo ter plena participação nas duas instituições, e ainda desdenhou do suposto “deus” que a maçonaria teria como sua entidade divina máxima, chamando-o de “pedreiro preguiçoso”.

“De antemão já anuncio para quem não sabe, que há muito tempo, em Concílios infalíveis (dogmáticos), a Igreja Católica Apostólica Romana condena veementemente a Maçonaria. Se condenasse somente a instituição em si, mas não, coloca como anátema (excomunhão) qualquer um que se filie a uma loja maçônica como mostrarei abaixo em decretos papais. A questão é bem simples, aquele que faz a escolha de ser maçom, sem dúvidas, sabe o que a Igreja diz sobre e sabe que é impossível ser católico e maçom ao mesmo tempo, assim como é impossível ser Testemunha de Jeová e Protestante ao mesmo tempo, que é impossível ser Espírita e se dizer cristão. Tudo isso se dá pelo fato de seus princípios não serem os mesmos, ou seja, o tal “Arquiteto do Universo” da seita maçônica não é o mesmo Deus, 1ª pessoa da Santíssima Trindade que ensina a Santa Igreja Católica.
Vários santos e doutores da Igreja já diziam que o “deus” da Maçonaria é um pedreiro preguiçoso que fez o universo e ainda hoje está descansando, não querendo mais cuidar da sua obra. O “deus” da Maçonaria é um “deus” gnóstico, onde sua divindade está presa, implicitamente não aceitando que Cristo é o próprio Deus encarnado que veio ao mundo se oferecer em sacrifício. Então, um maçom sabendo disso, ou se converte de verdade à Igreja ou continua sendo maçom. Aceitando ser maçom até a morte, por que recorrer depois da morte ao culto de exéquias, se pela doutrina católica o padre (obediente é claro), deve até recusar lhe dar a comunhão em vida? Podemos pensar, nossa que Igreja tirana! O correto é pensar que se deve ter ordem ao sagrado e obediência ao magistério, caso não concorde e quiser ser um católico desobediente, cada um é livre, porém seremos gratificados pela obediência ou punidos pelo inverso”, disse a Paróquia.
Após citar alguns trechos do regulamento do Código do Direito Canône (CDC) a nota da Paróquia foi finalizada com: “… que um maçom está privado dos sacramentos e até mesmo de ser padrinho de batismo, não deve ter acesso às indulgências propostas como também ao principal culto que é a Santa Missa, ficando assim vulnerável a um PADRE OBEDIENTE a não lhe entregar a comunhão, que é o próprio Jesus (e não uma bolacha), por justamente estar em excomunhão. Ao morrer sem sinal de arrependimento de sua identidade maçônica, o padre local deverá privar o falecido das Exéquias ou Missa de 7° dia.”
Fonte: Portal P2

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